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Visão subnormal
VISÃO SUBNORMAL

SAIBA O QUE É, CONHEÇA AS CAUSAS E OS RECURSOS ÓPTICOS

Muitas vezes confundida com cegueira, a vião subnormal pode ser atenuada não apenas com recursos como sistemas de magnificação, mas principalmente com um ambiente que favoreça sua aceitação.A baixa de visão, também conhecida como visão subnormal, não é cegueira.Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), existem 45 milhões de cegos e 135 milhões de portadores de baixa de visão no mundo.Para a OMS, cego é quem tem cuidade visual inferior a 20/400.Quem tem visão subnormal esta entre 20/60 e 20/400.Segundo o padrão, alguém que enxerga perfeitamente tem 20/20 de visão.A baixa de visão começa aos 20/60, ou seja, uma visão pelo menos três vezes pior do que a normal.
Portadores de baixa visão são muitas vezes identificados pela necessidade de aproximação máxima do objeto que querem enxergar.Uma das técnicas básicas para se melhorar a visão é aumentar o tamanho das coisas, chegando mais perto.O problema é que, quando isso acontece, fica mais difícil focalizar.
As causas da baixa visão podem ser divididas em dois grandes grupos:infância e idade adulta.Em idosos, a principal causa é a degeneração macular relacionada à idade, que afeta a visão central, seguida da retinopatia diabética.A terceira causa mais comum é o glaucoma, que leva a perda da visão periférica.
A previsão é de que a porcentagem de idosos com visão subnormal aumente, tanto em países desenvolvidos quanto em subdesenvolvidos – uma decorrência do aumento da expectativa de vida.Estatísticas feitas na Europa e nos EUA mostram que a condição afeta 6 % das população que tem 65 anos de idade, número que sobe para 20 % na população a partir de 85 anos.
Em crianças, as causas são bem diferentes.As razões mais comuns para baixa de visão na infância são a coriorretinite macular (perda da visão central), catarata congênita (visão difusa), retinopatia da prematuridade e doenças degenerativas da retina, chamadas distrofias retinianas.
No universo das pessoas com baixa de visão, crianças correspondem a apenas cerca de 4% do total.Apesar de ser um número relativamente menor, ele não deve ser esquecido, pois com o conceito de “anos de deficiência”, ou seja, os anos que a pessoa vive com a deficiência” , fazer habilitação visual em uma criança seria o equivalente a fazer o mesmo com dez idosos, já que essa criança ainda vai ter muitos anos de vida pela frente.
A baixa visão não impede que uma criança freqüente a escola comum.Recursos ópticos, como o telescópio, em fase pré-escolar e escolar, podem ajudar no desempenho.Entretanto, Isso não é o bastante, pois a criança precisa de suporte para superar as dificuldades e aprender a lidar de maneira saudável com sua deficiência.Em alguns centros especializados, elas recebem além da avaliação oftalmológica e adaptação de recursos ópticos, uma avaliação com uma pedagoga especializada.A pedagoga avalia a criança dentro das atividades que deve desempenhar em sua idade e a partir daí orienta a escola.
Mesmo com os recursos ópticos, portadores de baixa de visão ainda enfrentam desafios.É importante fazer com que essas pessoas enxerguem utilizando as técnicas de baixa de visão, potencializando a visão residual.Um fator que dificulta o tratamento é a não-aceitação desses recursos, o que geralmente acontece com os mais velhos.Ás vezes, o paciente chega no consultório achando que vai resolver seu problema apena usando óculos, querendo algo menos antiestético, por isso usar os recursos torna-se um fator de rejeição.
Em casos em que os recursos ópticos são a única saída, é importante tornar o ambiente favorável, principalmente no caso de crianças.É importante que a pessoa se aceite e se sinta aceita pelo seu ambiente.Pais e professores devem tirar todas as dúvidas que têm em relação à doença.Com um ambiente mais acessível e a ajuda dos recursos ópticos, portadores de baixa visão podem viver uma vida normal.
O emprego dos auxílios ópticos depende das necessidades e do quadro visual de cada pessoa.Um idoso, por exemplo, tem interesses muito diferentes dos de uma criança.A conclusão sobre o melhor recurso só poderá ser feita após avaliação oftalmológica.
Os recursos geralmente partem do mesmo princípio:a magnificação, ou ampliação da imagem.Eles podem ser divididos em três grandes grupos.
Para longe : sistemas telescópicos.
Para perto : lupas manuais, lupas de apoio, auxílios ópticos montados em óculos e telemicroscópios.
Sistemas de videomagnificacão:também conhecidos como CCTV (closed circuit television), usados para a ampliação da tela da televisão, quando só o auxílio não é satisfatório.
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